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Maristela Requião faz um balanço da sua administração no Museu Oscar Niemeyer PDF Imprimir E-mail
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Colunas - People
Ter, 09 de Setembro de 2008 21:18

A presidente do Museu Oscar Niemeyer, Maristela Requião, fez um balanço dos cinco anos de atividade da instituição, durante a Escola de Governo desta terça-feira (9). Iniciando seu pronunciamento, ela lembrou que quando começou seu trabalho o Museu era um prédio vazio, sem atividades, e que a competência e ousadia de uma equipe pequena deu ao Museu a “vida” que tem hoje. Segundo Maristela, a principal meta do trabalho do Museu é a ação educativa. “Queremos educar a criança e educar o público através da arte”, disse.

Maristela manifestou sua gratidão e ...

apresentou cada um dos profissionais da equipe, que trabalham para que este seja um centro de referência no que diz respeito à exposição e conservação das obras de arte, assim como à ampliação do acervo público. Em quase cinco anos de funcionamento, o Museu Oscar Niemeyer alcançou o número de 700 mil visitantes.

Para o crítico e professor de Arte da PUC-PR e UFPR, Fernando Bini, o Museu está se esforçando para formar um público novo. “É interessante aproveitar as grandes exposições que têm vindo a Curitiba e que são fantásticas”, avalia. A partir das obras são criadas as ações a serem aplicadas aos visitantes nas oficinas.

A Ação Educativa tem um grupo de monitores, formado por universitários ligados às artes plásticas, arquitetura, design e turismo. Paulo Herkenhoff, curador do Museu de Arte Moderna de Nova York/1999-2002, da Fundação Eva Klabin, da 9ª Documenta de Kassel e da 24ª Bienal de São Paulo, considera exemplar a ação educativa do Museu Oscar Niemeyer. “É um museu que pesquisa, tem uma biblioteca formada, edita e produz pensamento”, avalia.

A partir deste conhecimento, há cursos, palestras e produção de material didático. “Há cinco anos, quando o Museu não existia, começamos a trabalhar, uma pedra de cada vez. Com uma pequena equipe, fizemos com que este Museu apresentasse um grande trabalho”, disse Maristela.

Entre 2003 e 2007, foram montadas 110 exposições, entre as quais 77 nacionais, 28 internacionais e cinco itinerantes. Algumas das mais importantes foram Poética da Forma, Farnese, Tarsila do Amaral, Brennand, Volpi, De Bona, Helena Wong, Arthur Bispo do Rosário, Dada e Surrealismo, Picasso, Eternos Tesouros do Japão e Cícero Dias. É preciso salientar ainda a importância das obras do acervo, que são levadas a outras cidades, inclusive para o Exterior, como as do artista Bruno Lechowski, expostas em Berlim em 2005. São vitais para o Museu as conexões internacionais e com museus de outros estados, iniciadas pela presidente da instituição, que propiciam a vinda de mostras do Exterior e de fora do Paraná.

Última atualização em Ter, 09 de Setembro de 2008 21:30
 

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