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Feng Shui aliado a outras técnicas de harmonização
fazem uma re-leitura nos espaços externos.

Seu enfoque vem sendo modificado com o passar dos anos. Desde espaços imprescindíveis ao redor das residências até meras composições de fachadas ou preenchimentos de espaços vazios.

Nos dias de hoje, ter um espaço externo é um privilégio, e o jardim está recebendo cada vez mais atenção como um local de lazer e reencontro da paz interior. Baseado no pensamento de que podemos ter um local para buscar o equilíbrio interno e a tranqüilidade roubados pela correria do dia-a-dia, podemos organizar os projetos externos para que nos ofereçam um “plus” quando o assunto é qualidade de vida. Os antigos já sabiam disto, e por ter mais tempo, paciência e sabedoria, soltavam seus animais no local pretendido para a moradia e observavam. Logo, os animais se agrupavam em uma parte do terreno e ali permaneciam por mais tempo. Este era o melhor lugar para se construir a casa! Bem, hoje não conseguimos imaginar tal cena em um condomínio, por exemplo.
Utilizando técnicas do Feng Shui e outros estudos ligados à saúde espiritual, é possível criar jardins onde as pessoas possam usufruir de mais do que uma bela paisagem e possam ter um refúgio para alívio emocional, físico e mental. O projeto é desenvolvido em cima dos anseios dos moradores, onde são tratadas as principais características e levantados pontos que eles gostariam de equilibrar em suas vidas. Estes dados são analisados e o jardim recebe vegetação e espaços condizentes com morador. Cada planta carrega em sua essência, formato, cor e perfume, uma vibração específica. O reino vegetal tem uma capacidade infinita de cura e atua em nível que às vezes não podemos ver, mas sem dúvida podemos sentir. O jardim passa a ser um oásis de bem estar e satisfação inclusive fazendo com que as pessoas se envolvam mais no projeto.

Temos tanto cuidado, ao construir nossa casa, escolhendo os materiais, a fachada, os pisos, os móveis, que é uma pena deixarmos o jardim como um mero espaço vazio. O jardim “abraça”, “protege” e “nutre”! Perguntem aos nossos antepassados! |